28 de nov de 2016

Caixa de armazém e porta temperos

Quando vi esta caixa na internet me lembrei da minha infância e do armazém do "Seu Pedro", onde minha mãe fazia compras. Os cereais eram armazenados em caixas como estas e eu e minha irmã, mesmo sabendo que levaríamos bronca, adorávamos ficar brincando de enterrar as mãos no arroz, feijão ou milho. Além da boa lembrança a caixa seria a solução para meu problema: guardar as batatas, cebolas, alhos e outros tubérculos que não necessitam de refrigeração e ainda ganharia espaço no balcão com a retirada da grande fruteira que usava para este fim. Reciclei madeira de caixas de vinho, usei madeira nova somente nas laterais e na frente e, para aproveitar melhor o espaço, coloquei uma pequena estante na parte superior da caixa onde acomodo os vidros de temperos que uso com mais frequência. Pintei com as mesmas cores do pequeno móvel que utilizo para aguardar os utensílios do café (veja aqui) que fica no mesmo balcão. Encontrei o modelo e as instruções para confecção no site Rogue Engineer, onde tem um pap bem explicado (veja aqui). 

7 comentários:

  1. Mais uma vez, um lindo trabalho, parabéns.
    Beijos.
    Ana Silva.

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  2. Também tenho essas recordações da taberna do TI Pedro ( que faleceu este mês com oitenta e tal anos...) Grão, feijão e milho eram guardados em caixas assim enormes e as medidas eram de madeira com uma régua para alisar. Ficou bem bonito. Grande ideia.
    Bom resto de semana
    Pinta

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  3. Lembro -me desse tipo de armário numa mercearia és m Monchique quando vinha de férias, adorava mexer no feijão, grão que se encontrava lá.
    Ideia muito original, boa ideia.
    Bj

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  4. Oi Regina!

    Mais uma obra de arte! Amei a tua ideia! A caixa ficou ótima e cheia de estilo!

    Abraços, Iris

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  5. Lindo Regina!
    Me fez lembrar da mercearia onde minha mãe fazia as compras também....
    Bjs

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  6. Olá Regina, bem interessante seu projeto.
    Me recordo desses escaninhos, só que no armazém do seu Zeca.
    Na época, as compras eram feitas mediante anotações no caderninho ((fiado - para pagamento quando sobrasse dinheiro).
    Me recordo, ainda, que o proprietário sempre me constrangia solicitando a quantia
    em dinheiro, que eu não tinha é claro.
    Lembranças de Osvaldo Ururahy

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  7. Olá Regina, gosto muito destas suas peças feitas do zero, pois admiro seu jeito para isso, habilidade que eu gostaria de ter! esse tipo de caixa, se não estou em erro, chama-se de tulha, em Portugal, e numa ou outra mercearia mais antiga, sobretudo na baixa de Lisboa, acredito que ainda exista. Ficou muito interessante, sobretudo com as partes de caixas de vinho, que aproveitou. E sem dúvida, útil e cumprindo muito bem a função que a "criadora" lhe destinou! beijos!

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