Tenho que dividir esta beleza com vocês! Já mostrei algumas flores do meu quintal, veja aqui, com foto das orquídeas, mas a pingo de ouro e a cattleya não estavam floridas. Vejam agora que alegria!
22 de ago. de 2013
19 de ago. de 2013
Oratório Amarelo
Me rendi ao amarelo na decoração e transformei uma caixa de relógio em oratório. O relógio foi comprado pelo marido para ser recuperado. Infelizmente faltavam muitas peças e o projeto tomou outro rumo: aproveitar a caixa de madeira. Pensei em um armário para os tantos colares, ou uma vitrine para miniaturas, mas como podem vê virou um oratório. Coloquei minha Kuan yin, deusa da compaixão e da misericórdia na mitologia chinesa.
Bandeira colorida no fundo
Relógio original.
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15 de ago. de 2013
Geleia de Morango
Primeira geleia feita com a produção de morangos do quintal. São dois vasos com oito plantinhas. A cada dois ou três dias colho entre seis a oito morangos, lavo e guardo no congelador. São frutos sem qualquer tipo de produto químico, fertilizante ou inseticida. A produção do mês rendeu dois potes de deliciosa geleia.


Até coloquei rotulo! Encontrei aqui
Receita:
500g de morango
200g de açúcar
Limpe os morango e coloque em um panela junto com o açúcar. Leve ao fogo baixo e deixe ferver. Quando os morangos estiverem moles amasse-os com um garfo ou use um mixer. Levante o fogo um pouco e deixe ferver por 10 minutos, mexendo continuamente para não queimar. Caso goste mais consistente deixe por mais 3 minutos. Desligue o fogo e ainda quente coloque em potes de vidro lavados e esterilizados. Tampe ainda quente e vire de cabeça para baixo, deixe por 5 minutos e desvire. Depois de frio guarde na geladeira. Bon apettit!
12 de ago. de 2013
8 de ago. de 2013
Caixa para correspondência
Esta caixa em carvalho foi copiada de um antigo modelo de caixa para correspondência. Era usada para guardar papel, tinta, pena, envelope e selo pessoal, material necessário para escrever cartas. O modelo original tem um reservatório para a tinta e uma cova em metal para acomodar a pena usados na época. A tampa é inclinada para acomodar o papel e facilitar a escrita. Trabalhei todo o contorno com o pirógrafo. Para a decoração do tampo escolhi um medalhão e preenchi com um arabesco de pequenas flores vermelhas trabalhadas no pirógrafo e depois pintadas. Para o fundo vermelho usei tinta de caneta tinteiro. Esta técnica deixa aparecer os veios da madeira e fica bem natural. No centro pintei um pequeno detalhe com tinta caseína, que repeti nas laterais. Na parte interna da tampa o mesmo medalhão, mas trabalhei com um arabesco entalhado. Também coloquei um poema do artista e poeta Walter Diez, meu professor.
Detalhe lateral.
Em pleno uso.
Detalhe do medalhão interior entalhado e o poema pirografado.
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